Thursday, May 22, 2008
EM LOUVOR DESTA CHUVA E DOS
MEUS AMIGOS
Um dia como outro qualquer semeado
de algum vento e muitas recordações
de um local à beira-mar.
Há notícias de um barco no meio da
tempestade.
Estarás de pé, como sempre, olhando
o infinito.
Vejo-te daqui no momento em que
imploro um certo silêncio, um certo
olhar.
(J.A.R.)
MEUS AMIGOS
Um dia como outro qualquer semeado
de algum vento e muitas recordações
de um local à beira-mar.
Há notícias de um barco no meio da
tempestade.
Estarás de pé, como sempre, olhando
o infinito.
Vejo-te daqui no momento em que
imploro um certo silêncio, um certo
olhar.
(J.A.R.)
Comments:
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Sorvo as tuas palavras
Compassadamente soletro-as
E ouço o mar lá longe
Arrepio-me com a sua voz
As gotas frias da chuva caem
Feitas beijos nos poros
Sõfregos desta pele
que os versos dessedentam
Um certo olhar
um beijo
Compassadamente soletro-as
E ouço o mar lá longe
Arrepio-me com a sua voz
As gotas frias da chuva caem
Feitas beijos nos poros
Sõfregos desta pele
que os versos dessedentam
Um certo olhar
um beijo
Se gostas de ler passa pelo meu blogue. A chuva cai, o dia está cinzentão, apetecível para a leitura.
Beijo
Beijo
Venho agradecer a sua passagem lá por casa. Muito trabalho, é?
Lembra-se de uma nossa amiga comum, a Alex? Que é feito dela?
Quanto ao poema, fala de mar, e por isso é belo.Por isso e pelo dom do poeta.
Beijinhos
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Lembra-se de uma nossa amiga comum, a Alex? Que é feito dela?
Quanto ao poema, fala de mar, e por isso é belo.Por isso e pelo dom do poeta.
Beijinhos
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